quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Arte e reciclagem - esculturas com CDs

O artista australiano Sean Avery, realiza um belo trabalho de escultura com materiais reciclados - CDs velhos, computdores e discos rígidos, num trabalho que ele classifica como "arte sustentável".
O artista australiano é designer gráfico, escritor e ilustrador de livros infantis, além de escultor.
Confira mais trabalhos do autor no link:

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Mulheres insetos - Série Insectes

O fotógrafo e designer francês Laurent Seroussi, criou uma série de fotos ao mesmo tempo elegantes e desconcertantes.
A série, intitulada Insectes, uniu, através de manipulação digital, duas coisas que normalmente costumam ser opostas: mulheres e insetos. O projeto causa forte impacto em quem vê, pela união dos elementos distintos, e é até difícil dizer se as imagens são surreais, sensuais, assustadoras...







Veja também:
http://www.bemlegaus.com/2012/08/mulheres-insetos.html
http://www.publistorm.com/as-mulheres-insetos/

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Arte Generativa - Ponto, um videogame sem vencedor

Uma forma de arte gerada por algoritmos? Na Arte Generativa, o artista cria pequenas regras que se desenvolvem de forma randômica. Ou seja: não há como prever exatamente como as coisas vão acontecer. Códigos e algoritmos fazem arte. É como se o artista, apesar de ter inventado as regras do jogo, não pudesse jogar, apenas assistir. É um estilo de arte definido por códigos de computador.Nem sempre fica claro que é o artista, o ser humano ou o computador.
Agora, imagine um jogo em que ninguém ganha e o único resultado é entender como uma partida pode ser violenta e humilhante. Ponto, um Videogame sem Vencedor é uma obra de arte generativa, interativa, manipulada por dois controles de Super Nintendo, com imagens que lembram jogos antigos. É obra de Hol, nome artístico de Henrique Roscoe, artista que explora a arte generativa. Os parâmetros criados pelo artista/programador viram cores e sons que evoluem segundo uma lógica pré-determinada. "Posso definir cada aspecto do resultado final, mas é mais interessante não ter o controle e brincar com a aleatoriedade", diz Hol. A performance aconteceu em São Paulo em junho de 2012, junto com o festival Sónar, evento de "música avançada". 

De acordo com o artista Hol, em seu site:
Ponto, um videogame sem vencedor
É uma performance audiovisual com sons e imagens sincronizados, tocados em um “console” construído e programado por mim, e controlado por um joystick de videogame retrô (nintendo). A ideia é subverter a lógica dos games antigos, mas usando sua estética, sons e elementos gráficos característicos. A performance trata de alguns temas ligados aos videogames ou aspectos do cotidiano de forma crítica, através de imagens abstratas. Todas as imagens e sons são criados por mim e tocados em tempo real, em uma performance de aproximadamente 30 minutos. Na apresentação, é proposta a participação do público, que pode “jogar” comigo durante a performance. Este instrumento é completamente autônomo, e funciona sem a necessidade de um computador. Só é preciso ligar as saídas no projetor e sistema de som.
A apresentação é composta de 5 partes, como se fossem níveis de um game. eu chamo uma (ou mais) pessoa(s) do público para “jogar” comigo. são 2 joysticks de Nintendo que controlam a performance. eu uso um e o público o outro. os sons e imagens são gerados a partir do movimento dos “jogadores”. ficamos sentados no palco virados em 45 graus para a tela, como se estivéssemos em casa, sentados em almofadas.
O público pode ver o instrumento (console) e nossas ações nos joysticks. a apresentação funciona como se fosse um jogo, e cada parte fala sobre um tema. as imagens e sons remetem à estética dos primeiros games e são em baixa resolução (400×300). A interface é um instrumento digital autônomo que não usa computador desenvolvido por mim. todos os sons e imagens da performance são gerados por ele.
As partes tratam dos seguintes temas:
– Level 1 – Estilhaço:
violência: crítica ao estímulo do uso da violência nos jogos. em um buraco aberto num fundo vermelho os jogadores vão abrindo veias, deixando rastros de sangue.
– Level 2 – Abaixo Você:
rebaixamentos: o valor medido pela diminuição do outro. dois elementos de forma similar a parafusos estão fincados no chão. a única ação possível é bater no outro, que a cada martelada do “adversário” se afunda mais no chão.

– Level 3 – Capital:
excesso: cada jogador controla objetos que caem. estes objetos vão enchendo a tela (como num jogo tetris) até não sobrar mais espaço para ele, que fica esmagado no topo da tela.

– Level 4 – Mimetismo:
massificação: crítica à moda e ao comportamento de imitação. formas abstratas passam pela tela e o jogador deve mudar a sua própria forma para ficar igual ou diferente dos outros.

– Level 5 – Para o Futuro:
sentido: para baixo. final melancólico onde ambos os jogadores vão descendo uma rampa de 45 graus. o único movimento possível é o adiamento da chegada ao fundo. 


Fontes:
http://super.abril.com.br/cultura/arte-generativa-quando-codigos-programacao-fazem-arte-686283.shtml
http://hol.1mpar.com/
http://hol.1mpar.com/?page_id=811

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Revista de adolescentes americana promete não retocar fotos das modelos

Um grupo de defesa da imagem corporal das meninas fez uma petição a revista adolescente Seventeen, para que publique fotos reais. a revista acatou a solicitação e se comprometeu a não editar digitalmente as fotografias veiculadas.
Em tempos de culto a beleza, a atitude da revista é uma contribuição muito grande à auto-imagem das jovens.
Quando se trata da formaçãoda  imagem corporal, a edição digital, apesar de todas as potencialidades que oferece, presta um desserviço à formação da imagem corporal e aos parâmetros com relação ao corpo e à beleza.

Veja a notícia no site yahoo:
http://br.mulher.yahoo.com/revista-adolescentes-americana-promete-retocar-fotos-das-modelos-190854200.html

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Pinturas murais

O grupo reúne 80 pintores “muralistas” e muitos parceiros associados espalhados pelo mundo.  A ação deles no espaço urbano é impressionante.
O grupo de artistas se chama Cité Création e a sede está  em Lyon.
Encontramos suas pinturas em Quebec, no México,  Shanghai, Moscou, Barcelona, Israel e muitas outras cidades.
Eles transformam fachadas de prédios tristes e cinzas em explosões de cores e referências à cultura local.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Conto da fadas contemporâneo - by photoshop

Dois fotógrafos e amantes de photoshop, Aaron Nace, 24 anos morando na Carolina do Norte, Estados Unidos, e Rosie Hardy, 17 anos de Derbyshire, Inglaterra, depararam-se com o trabalho do outro, no Flickr.
Cada um mostrando seus trabalhos um ao outro, iniciando então, um relacionamento virtual, cada vez mais ligados, começaram a namorar e desse namoro virtual surge algo surpreendentemente inesperado: Aaron pede para Rosie tirar fotos dela mesma em diferentes poses e situações, ela envia as fotos para ele e ele cria montagens das fotos de Rosie com suas próprias fotos, como se ele estivesse com ela, pudesse a tocar, estar ao lado dela.
Fonte: http://zoneed.blogspot.com.br/2009/04/um-contemporaneo-conto-de-fadas.html



segunda-feira, 11 de junho de 2012

Vênus emagreceu...

Até mesmo as beldades de obras de arte consgradas tiveram suas silhuetas adaptadas ao padrão de beleza da atualidade. A artista italiana Anna Utopia Giordano utilizou o photoshop e realizou interferências nas musas para redesenhar suas curvas. Veja algumas imagens:



http://www.dailymail.co.uk/news/article-2098355/What-Botticelli-Photoshop-Artist-imagines-classic-images-goddess-love-Venus-size-zero-treatment.html
http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/italy/9074356/Size-zero-Botticellis-Anna-Utopia-Giordano-Photoshops-Venus-Renaissance-masterpieces-by-Titian.html